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Opinião

Tratamento da Covid-19: o acesso não é igualitário para todos.

Coronavírus / Reprodução: Twitter da Fiocruz
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De acordo com o Ministério da Saúde, até o dia 18 de maio a respeito da Covid-19 o Brasil possui os seguintes registros: 254.220 casos confirmados e 16.792 óbitos. Mas, esse número de mortes poderia ser menor se o tratamento fosse viabilizado igualmente para todos independentemente de suas condições financeiras.

Infelizmente a Pandemia do novo Coronavírus no Brasil se tornou uma polarização política, em que o remédio Hidroxicloroquina é muito discutido no cenário ideológico, ou seja, quem é a favor ao uso do medicamento é de direita e quem é contra a utilização do fármaco é de esquerda.

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Já que estamos falando de remédio, são os médicos que têm a sabedoria de identificar e avaliar a medicação adequada. Sobre o uso nos primeiros sintomas da Covid-19, o virologista Dr. Paolo Zanottoo em entrevista ao Jornal da Cidade Online, esclareceu que:

“A hidroxicloroquina é uma forma mais moderna da Cloroquina é ela modificada e com isso ela também permanece menos tempo no organismo. Então, a capacidade que agente tem, por exemplo, de se intoxicar é menor. Então, o achato dela você toma a hidroxicloroquina ela, bom ela vai embora mais rápido do que a Cloroquina. Mas, a vantagem da Cloroquina ficar mais tempo no corpo é que se eu der uma dose pequena ela serve como preventivo pra malária que é o que se faz no Brasil”.

Além disso, a respeito da hidroxicloroquina ele denunciou que:

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(…) “é espantoso que a medida que vários Governos de Estado escondem remédios, esses remédios são repassados para o crime organizado e o crime organizado está vendendo isso para as pessoas. Isso foi confirmado nos estados do norte do Brasil e até no Rio de Janeiro”.

Já sobre quem está utilizando o remédio que associado com outros medicamentos a médica imunologista e oncologista, Nise Yamaguchi, em entrevista ao jornalista Oswaldo Eustáquio afirmou que:

“Alguns convênios médicos que têm uma rapidez da a aplicação dos conceitos e que querem dá o melhor para seus pacientes assumiram esses tratamentos precoce mais rapidamente. (…) “foram dois grandes convênios que conseguiram diminuir muito o número de pacientes que iam para OTI, que morriam utilizando essas metodologias”.

Diante do exposto, nota-se que hoje em dia lamentavelmente o direito de acesso ao medicamento não é para todos. Pois, os pacientes acometidos pelo novo Coronavírus com baixo poder aquisitivo não estão tendo tratamento igualitário como aos que possuem maior poder aquisitivo.

LEIA TAMBÉM: Os Milhões da Arena Amazonas vs. Colapso na Saúde Pública

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De acordo com o Ministério da Saúde, até o dia 18 de maio a respeito da Covid-19 o Brasil possui os seguintes registros: 254.220 casos confirmados e 16.792 óbitos. Mas, esse número de mortes poderia ser menor se o tratamento fosse viabilizado igualmente para todos independentemente de suas condições financeiras.

Infelizmente a Pandemia do novo Coronavírus no Brasil se tornou uma polarização política, em que o remédio Hidroxicloroquina é muito discutido no cenário ideológico, ou seja, quem é a favor ao uso do medicamento é de direita e quem é contra a utilização do fármaco é de esquerda.

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Já que estamos falando de remédio, são os médicos que têm a sabedoria de identificar e avaliar a medicação adequada. Sobre o uso nos primeiros sintomas da Covid-19, o virologista Dr. Paolo Zanottoo em entrevista ao Jornal da Cidade Online, esclareceu que:

“A hidroxicloroquina é uma forma mais moderna da Cloroquina é ela modificada e com isso ela também permanece menos tempo no organismo. Então, a capacidade que agente tem, por exemplo, de se intoxicar é menor. Então, o achato dela você toma a hidroxicloroquina ela, bom ela vai embora mais rápido do que a Cloroquina. Mas, a vantagem da Cloroquina ficar mais tempo no corpo é que se eu der uma dose pequena ela serve como preventivo pra malária que é o que se faz no Brasil”.

Além disso, a respeito da hidroxicloroquina ele denunciou que:

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(…) “é espantoso que a medida que vários Governos de Estado escondem remédios, esses remédios são repassados para o crime organizado e o crime organizado está vendendo isso para as pessoas. Isso foi confirmado nos estados do norte do Brasil e até no Rio de Janeiro”.

Já sobre quem está utilizando o remédio que associado com outros medicamentos a médica imunologista e oncologista, Nise Yamaguchi, em entrevista ao jornalista Oswaldo Eustáquio afirmou que:

“Alguns convênios médicos que têm uma rapidez da a aplicação dos conceitos e que querem dá o melhor para seus pacientes assumiram esses tratamentos precoce mais rapidamente. (…) “foram dois grandes convênios que conseguiram diminuir muito o número de pacientes que iam para OTI, que morriam utilizando essas metodologias”.

Diante do exposto, nota-se que hoje em dia lamentavelmente o direito de acesso ao medicamento não é para todos. Pois, os pacientes acometidos pelo novo Coronavírus com baixo poder aquisitivo não estão tendo tratamento igualitário como aos que possuem maior poder aquisitivo.

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